Em voga desde a saída da ex-integrante do BBB21, Carol Conká, essa palavra gerou muitas dúvidas, mas o que animosidade significa? Logo em sua primeira entrevista a ex-competidora do reality, utilizou a palavra animosidade para definir seu comportamento no programa.
Comportamento altamente rejeitado pelo público que resultou na sua eliminação em número histórico. Isso gerou em todos uma enorme dúvida sobre o seu significado, levando ao pico a busca no Google no dia 24/02/2021.
Mas ainda ficam muitas dúvidas sobre realmente o que animosidade significa:
- É algum tipo de transtorno mental?
- Pode atingir qualquer pessoa?
- É tratável?
Vamos ver isso tudo adiante.
Animosidade: Significado
Com um novo foco sobre seu significado e após ser utilizada para definir uma postura adotada, a discussão tem rendido ao ponto de até avaliarmos a saúde mental de Carol, e entender o que significa, causas, sintomas e etc.
Mesmo sendo pauta de muitos memes no Twitter e outras redes sociais, é importante contextualizarmos para dar um real panorama sobre o assunto.
Antes de tudo é bom partir sempre de uma definição linguística. Segundo Aurélio, Houaiss e Wikipédia o termo animosidade pode ser descrito como um sentimento constante de aversão a algo.
Substantivo feminino, que possui sinônimos como má vontade, calor ou excitação numa discussão, disposição a enfrentar obstáculos ou perigo.
A menção na entrevista de Conká trouxe conotação negativa e até complexa, ao dizer que, com a saída da casa precisará de “Terapia” para lidar com “sua animosidade”.
No entanto, tal termo não se encontra no CID- 10 (Classificação Internacional de Doença) ou na DSM-5 (Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais), como sinal ou distúrbio mental.
Ou seja, não é caracterizada por transtorno mental apresentando manifestações emocionais e psíquicas que seja necessária uma abordagem ou acompanhamento terapêutico.
Contudo é um tipo de comportamento que revela tanto da personalidade ou de questões mentais que podem ser observadas do ponto de vista terapêutico.
A animosidade, distúrbios mentais, terapia e controle
Partindo do pressuposto que animosidade possa ser um traço de personalidade (não é uma afirmação, mas uma suposição), quando em terapia denota a existência de excessos e desiquilíbrio. Bem, então ali reside um problema.
E quando falo em terapia podendo ser dentro de qualquer linha da Psicologia ou dentro das abordagens integrativas. Ambas concordam com esse ponto.
A animosidade dentro do campo científico
O site Archives of Hwealth investigation nos apresenta um artigo evidenciando a animosidade e que pode ter relação com a alienação parental. Por alienação parental entende-se:
“A alienação parental consiste na interferência provocada na criança ou adolescente por um dos genitores contra outro membro da família.” (Adailson da Silva Moreira, I. P. (2019). Desordens mentais provocadas pela Síndrome de Alienação Parental.)
Ali o autor define 8 sintomas que caracteriza esse diagnóstico: Campanha desqualificatória em relação ao genitor alienado, Frágeis, absurdas ou inadequadas racionalizações para essa desqualificação, Ausência de ambivalência no que diz respeito aos sentimentos direcionados ao genitor alienado (sempre negativos), Aenômeno do pensamento independente (a criança afirma que ninguém a influencia), Defesa do alienador no conflito parental, Ausência de culpa em relação ao genitor alienado, Presença de relatos de situações não vivenciadas, Extensão da animosidade a amigos, familiares e demais pessoas relacionadas ao alienado.
E nessas circunstâncias a criança ou o adolescente pode desenvolver depressão, angústia, ansiedade, dentre outros transtornos.
E em um artigo bastante abrangente da coluna Viva Bem no site UOL, tem uma abordagem sobre distúrbios mentais e nos fornece grande luz nesse tema.
Embora não aplique diretamente a palavra em questão, animosidade, outros distúrbios mentais são mencionados e acabam acrescentando para um entendimento melhor no assunto.
Segundo a coluna, dados do OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) indica que em torno de 30% da população das Américas sofre ou vai sofrer algum transtorno mental.
E só no Brasil, a ansiedade e depressão respondem, respectivamente, pela quinta e sexta causa de danos vividos pela incapacidade. E isso é preocupante, não é?
Para uma boa avaliação sobre a questão ele fornece uma lista e explica 10 tipos de transtornos emocionais e psíquicos, são eles:
- Fobia específica
- Fobia social
- TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada)
- TOC (Transtorno obsessivo-compulsivo)
- Dependência química
- Depressão maior
- Distimia
- Transtorno Afetivo Bipolar
- Transtorno Explosivo Intermitente
- TBP (Transtorno de Personalidade Borderline)
Os 3 últimos transtornos listados podem ser evidenciados pela animosidade.
Um olhar terapêutico para Animosidade
Diante das manifestações percebidas, tais como o excesso e desequilíbrio, uma abordagem terapêutica deve ser aplicada de modo que o indivíduo nessa situação melhore a percepção sobre si próprio.
Quando entendemos que a tal expressão animosa pode estar vinculada a outros sentimentos secundários, num perfil mais colérico, de certo está escondendo tristezas, traumas, dores, insatisfações…
O olhar sobre o paciente precisa ser de acolhimento, cuidado e tratamento. É necessário fragmentar a animosidade, desenterrá-la, tratá-la e controlá-la.
Lembre-se, animosidade referencia um conjunto de sentimentos e comportamentos que podem evidenciar algum outro problema, mas ele em si não é o problema.
Vamos ver aqui o que sempre temos falado, a Tradicional Medicina Chinesa e a Terapia Integrativa olham o ser humano como um todo. Se você nos acompanha, sabe do que estou falando.
O sintoma é considerado, mas é a descoberta da raiz do problema sinalizado por este sintoma que vai direcionar a abordagem terapêutica.
Como a terapia pode ajudar nesse caso?
Com tantas questões escondidas atrás dessa expressão bélica ou couraçada, as psicoterapias tornam-se fundamentais para resignificar, tratar e dar lugar a tantos sentimentos reprimidos.
Após algumas conversas com profissionais da saúde mental de diversas abordagens, todos em algum momento levantam questões como: necessidade de autoafirmação, estima baixa, problemas de relacionamento quando criança com os pais, valorização do seu “eu” através da desvalorização do outro.
A terapeuta Daniele Barbieri aponta a abordagem corporal como fator de observação do sentimento que está atrás de determinado comportamento.
Podemos entender que a expressão do sentimento colérico, pode ser o indício de que estas pessoas buscam amor, porém se expressam de forma equivocada.
As terapeutas Raphaela Cehab Moura, Estefany Flor Francisco e Kátia Resque, convergem em suas colocações, mesmo em áreas diferentes de atuação. Todas concordam ao afirmar: “o meio em que se vive forma as características de animosidade como forma de expressão”.
Essas pessoas podem replicar padrões familiares como forma de aprendizado e formação, mesmo que não entendam como errôneo ou tóxico.
Acabam por encararem esse padrão como algo “normal”, já que este comportamento faz parte do seu crescimento e amadurecimento.
E como já visto a expressão de animosidade pode ser um alerta de outros problemas que merecem atenção. Vamos falar a seguir sobre TBP (Transtorno de personalidade borderline).
Animosidade x TBP (Transtorno de personalidade borderline): podem ser comparados?
As pessoas com síndrome de borderline, são extremamente complexas. Até seu diagnostico precisa de muita cautela.
O fato é que essas pessoas por estarem sempre em profundas oscilações emocionais, isso altera o seu humor e podem pro fim se expressarem com sentimento de raiva, ansiedade e grande vazio interior.
Comportamentalmente pode ser caracterizado por indivíduos que se colocam voluntariamente em situações de risco, impulsividade, tendência aos excessos (de drogas e álcool por exemplo), auto mutilação e suicídio.
Todos esses sentimentos resultam em dificuldades de relacionamentos, pois com muita intensidade elas criam em torno de si ambientes de conflitos, discussões e ciúmes.
Em geral as pessoas que sofrem com esse tipo de distúrbio mental se deparam com problemas em relação à auto imagem. Em linhas gerais seu senso e percepção sobre sua imagem sofre altos e baixos frequentemente.
Nesses diagnósticos o acompanhamento terapêutico e medicamentoso é importante.
A animosidade como forma de expressão pode ser vista em várias doenças ou distúrbios, mas como já descrito ela não pode ser considerada uma doença e não se caracteriza como distúrbio mental.
Essa expressão é, e deve ser olhada como uma tentativa equivocada ou desequilibrada de comunicação. É como se fosse um grito de socorro de quem está se expressando.
Como Terapias Holísticas avaliam e ajudam nesses casos?
Sim. E muito. Podemos descrever infinitas abordagens para auxiliar nesse processo, as terapias holísticas, ou integrativas, visam o reequilíbrio do individuo.
Em minhas técnicas de trabalho, a visão da Tradicional Medicina Chinesa olha a animosidade como possíveis desarmonias com:
- Deficiência de energia do rim (perfazendo o perfil de insegurança),
- Hiperatividade de fígado,
- Vesícula e
- Coração (dando esse perfil mais reativo, e vigoroso, com alto teor de calor).
No entendimento dos instrumentos como Reiki, Pranic Healing e Florais de Bach, os desequilíbrios são em alguns centros de energia (Chakras), logo dando esse perfil mais altivo, impulsivo e reativo ao indivíduo.
Práticas como Hooponopono, meditações e constelação familiar podem ser muito úteis e eficazes no olhar e sanar de tal perfil.
Além disso sempre reforço olhares mais amplos como astrologia e numerologia, pois através deles podemos referenciar possíveis desarmonias a serem vividas, e então direcionar a energia para seu equilíbrio.
Veja o que escreve o Astrólogo Yurb Miranda sobre a ex-integrante do BBB21 Karol com Conká:
“Quando um comportamento é bastante marcante em nossa personalidade, há vários posicionamentos astrológicos que se reforçam apontando para essa tendência notória. No caso de Karol Conká, ela tem o Ascendente em Áries. Este costuma representar uma faceta bem competitiva, combativa. Além disso, o regente desse Ascendente, Marte, está em Escorpião e em conjunção com Plutão. Ou seja, o seu ímpeto marcial está elevado à décima potência, uma vez que Plutão representa a oitava de Marte. É uma força gigante e uma vontade ferrenha. Elas podem ser usadas para superar muitos desafios e renascer das crises e dificuldades, quando bem direcionadas. Negativamente, pode ser uma postura muito agressiva, passional, intensa e controladora. Como se não bastasse, ela tem essa conjunção Marte-Plutão junto com o Nodo Sul. Qualquer Planeta em aspecto com o eixo nodal ganha destaque na nossa vida e no nosso jeito de ser. Ou seja, esse lado da animosidade marcial de Karol Conká é um comportamento inato, fácil de ser acessado e expressado por ela, num nível explosivo que chama a atenção. Domar todo esse ímpeto e direcioná-lo construtivamente é um grande desafio.”.
Nosso maravilhoso Fabrício Capinejar nos abrilhanta com uma estrofe do seu lindo texto nos trazendo uma reflexão:
“A animosidade pode ser um defeito ou uma virtude. Da mesma forma que expressa ressentimento ou rancor violento, também significa coragem e determinação diante das adversidades”.
Então podemos escolher nos ADOENTAR através da animosidade latente em nossos corações ou nos FORTELECER, ancorando mais e mais coragem para lutar por um mundo melhor e superar as adversidades do dia a dia com virtudes e perdão.
Como vemos a animosidade não é um transtorno mental que de fato mereça de fato a terapia, de qualquer forma deixa claro que há outros problemas que devam ser encarados e podem ser tratados.
Agora que você entendeu o que é animosidade significa, viu o paralelo feito sobre o comportamento de Carol Conká justificado pela expressão e os reais distúrbios mentais existentes comente aqui qual a sua opinião.
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